segunda-feira, 18 de abril de 2011

Mortal Kombat vs DC Universe


Depois de X-Men Versus Street Fighter, Marvel Versus Street Fighter e Marvel Versus Capcom, vem aí a investida da Midway no mundo dos crossovers. Trata-se de Mortal Kombat Versus DC, onde os lutadores de OutWorld tem que encarar os heróis DC em um combate mortal!
A história do jogo Mortal Kombat vs. DC Universe ainda não foi completamente revelada, mas, no geral, um evento cataclismático faz os universos DC e Mortal Kombat começarem a se mesclar. Isso propicia o ambiente perfeito para o history mode do jogo, que oferecerá duas perspectivas da situação.
Você poderá jogar através de duas narrativas, uma de cada lado, que vai revelar que diabos está acontecendo. O cataclisma da história é criado por magia, o que é uma mão na roda para ajudar na jogabilidade. Os elementos místicos que figuram na história ajudam a manter as lutas equilibradas e ajudam a fazer as lutas entre o Super-Homem, que só é vulnerável a magia, e personagens como Sub-Zero e Scorpion terem algum sentido.
Ed Boon, lider do projeto Mortal Kombat Versus DC, destacou que equilíbrio será o elemento chave para o time de desenvolvimento se focalizar, dessa vez em muitos outros níveis.
Além do equilíbrio de jogabilidade, do qual falaremos em breve, o time tem que estar consciente em equilibrar dois conjuntos de espectativas: os fans de Mortal Kombat, um grupo fanático de jogadores, definitivamente têm espectativas específicas de quem deve estar no time. Ao mesmo tempo os fãs da DC, um grupo igualmente fanático que nunca teve o benefício de ter seus amados personagens aparecendo em um jogo realmente bom, terão algumas espectativas de quem deve aparecer também.
Nós jogamos limpo e admitimos que vimos mais das equipes de cada universo do que já foi anunciado e que há uma boa mistura de heróis e vilões de cada universo, e também alguns personagens surpresa.


Mortal Kombat vs DC Universe

Outro elemento chave para o equilíbrio no jogo é a mecânica do jogo para garantir que a experiência como um todo seja boa. Como se caprichar no elenco e na história não fosse o bastante, o ambiciose time de produção optou por atualizar todo o sistema de luta para a estréia do Mortal Kombat nos consoles de nova geração.
Isso levou a uma abordagem "do zero" que fez a equipe re-examinar cada aspecto do sistema de luta. Você vai ter algumas dicas do que aconteceu com o sistema de luta no teaser trailer, mas nós temos uma imagem mais clara do que está acontecendo. Os múltiplos estilos de luta e armas dos jogos anteriores saíram, e uma abordagem mais viceral e brutal chegou. MK vs. DC vai introduzir vários novos elementos que a equipe espera que tornem as lutas mais dinâmicas.
As três principais que estão prontas para discussão são Klose Kombat, Freefall Kombat e interação com o cenário.
Klose Kombat (combate corpo-a-corpo) é o modo que você iniciará que puxa a câmera para perto e tem sua própria mecânica separada. Basicamente, quando você iniciar esse modo você será o agressor e o seu oponente ficará na defesa. Nessa vista mais próxima, você poderá atacar a parte superior do corpo do seu inimigo com diferentes tipos de golpe por um período definido de tempo, a duração exata desse tempo ainda é ignorada. Para tornar as coisas justas, seu oponente poderá executar movimentos de defesa para desviar seus ataques, desde que eles sejam rápidos.
Freefall Kombat é outra mudança de ritmo, amarrada à interação com o cenário. O modo é mais uma sequência iniciada pelo jogador que é disparada por você lutando com um inimigo pra fora do cenário. Diferente dos jogos anteriores você não apenas seguirá seu oponente ou verá você cair. Ao invés disso a câmera se aproximará e você poderá lutar durante a queda. Você terá um conjunto de ataques ajustado pra esse modo, parecido com Klose Kombat. Pelo que foi visto, parece que a grande motivação dessas sequências é ganhar vantagem sobre o adversário na descida e aterrisar sobre ele para causar mais dano como bônus. Parte desse modo está associado aos cenários, que parecem apresentar um design básico diferente daquele dos jogos anteriores.
As áreas de luta serão mais largas, para permitir jogar seu oponente através de paredes e, em alguns casos, muito mais altos, para permitir tempo de lutar em queda livre. Já que esses novos elementos vão definitivamente mudar o rumo da batalha, a equipe está gastando bastante tempo para descobrir quanto tempo essas sequências devem durar. Em acréscimo, os movimentos de luta do elenco do MK está sendo atualizado para deixá-los pau a pau com personagens estabelecidos e poderosos como o Super Homem.
Uma mudança que potencialmente será a mais controversa no sistema do jogo serão os fatalities. De acordo com o líder do projeto, eles definitivamente serão movimentos do tipo fatality, mas não serão chamados fatalities. Afinal, seria de se duvidar que o Super Homem ou o Batmam sairiam por aí arrancando o coração ou a espinha de alguém. Sendo assim a equipe está amarrada a colocar limites no que eles podem fazer com os personagens da DC, então espere ver sangue e algum nível de danos acumularem durante uma luta.
Os visuais do jogo se beneficiam da engine Unreal III modificada, que tem permitido ao time de arte botar as asas de fora. Scorpion e Sub-Zero nunca estiveram melhores graças ao alto nível de detalhe que mostra pequenos toques como as costuras nas suas roupas. Ao mesmo tempo, os personagens da DC estão super definidos. A direção de arte do jogo misturou os elementos tradicionalmente escuros de Mortal Kombat com os heróis DC muito bem até o momento. Como percebemos, a turma do MK está melhor desenhada do que jamais esteve. Já quanto aos heróis, a Midway e a DC estão colaborando em designs e cores personalizadas para garantir que os personagens se encaixem no visual geral do jogo.
Os fãs de quadrinhos ficarão felizes em saber que a equipe está de olho nos trabalhos icônicos de Alex Ross e de outros artistas que colocaram uma estampa diferente nos heróis DC como inspiração. Pelo que nós vimos, está valendo a pena, já que alguns dos personagens ainda não revelados estão fantásticos. Quanto aos cenários, você pode esperar para ver uma mistura do tradicional "Out World" da séria Mortal Kombat com ambientes e locais símbolos da DC misturados para servir à história do jogo.
Baseando-se nessa primeira olhada, Mortal Kombat vs. DC Universe vai misturar bem as coisas das duas marcas. Sem contar com a parceria da DC, as mudanças no sistema de luta são bastante amplas e trarão um novo desafio para os veteranos dominarem. O jogo inteiro é uma tomada ambiciosa e está definitivamente assumindo alguns riscos com a série, mas isso pode ser exatamente o que é necessário para continuar evoluindo.

Tenha um bom jogo....


God of War 3

Antes demais, devo confessar que God of War nunca foi a minha série de eleição. Sempre olhei para os dois títulos protagonizados por Kratos como fontes de violência gratuita e desnecessária de modo que só me aventurei a jogá-los para ter bases sólidas para fazer a análise ao terceiro e final capítulo desta tragédia grega do Deus da Guerra.

God of War agradou-me pela sua história, uma tragédia clássica em que o herói procura livrar-se das suas tormentas sem sucesso. Já God of War 2 me pareceu uma repetição do primeiro, tirando o facto de que enredo se ligava ao primeiro de uma forma meramente cronológica sem quaisquer laços que justificassem este segundo título em termos de história. God of War 3 corrige-me a opinião atando todos os eventos de uma forma coerente com um final digno de um filme de renome e fá-lo com os melhores gráficos que esta geração de consolas viu até ao momento.

Pessoalmente acho que
God of War 3 tem, entre o seu conjunto coeso, dois elementos que o tornam soberbo. Estes são os gráficos e a história. Como não pretendo estragar a história a quem ler esta análise, arrumo desde já este assunto. Na base de toda a violência e de toda a destruição provocada por Kratos está uma narrativa sólida sem qualquer falha ou fraqueza e acima de tudo um protagonista com propósito que não se limita a ser um bárbaro dedicado ao caos aleatório. Os deuses do Olimpo, os Titãs e todos quanto aparecem em God of War 3 têm personalidades próprias e genuínas dando vida ao mais pequeno participante desta história.
Graficamente God of War 3 quebra os limites estabelecidos por outros colossos visuais como Uncharted 2, Heavy Rain e Final Fantasy XIII, sendo que os dois primeiros são igualmente exclusivos PS3. É já recorrente a noção de que o que distingue um jogo bom de um excelente são os pormenores e há destes amiúde em God of War 3. Os poros da pele são visíveis, o sangue dos inimigos mancha o corpo, lâminas e armadura de Kratos e o chão, o vapor de ar que sai nas narinas de minotauros indefesos à beira da morte provocam uma onda de calor e as texturas estão simplesmente impecáveis com especial menção para os efeitos da água que brilha, reluz e corre tal e qual a sua fonte de inspiração real.

Os cenários estão minuciosamente detalhados e as diferentes zonas percorridas em God of War 3 são bastante distintas. Outra coisa a apontar é o facto de um cenário, em particular os exteriores, nunca estar estático ou vazio. Há sempre qualquer coisa a acontecer. Os Titãs escalam o Monte Olimpo enquanto lutam contra os olimpianos que os tentam parar, corpos caem para os abismos, harpias voam ao longe, tornando o mundo de God of War 3 vivo.

Os movimentos das personagens quando falam e se exprimem são o toque final de excelência nesta obra magnífica. Contudo, não há bela sem senão e, enquanto não estão mal, há três ou quatro personagens secundárias que destoam por não estarem tão pormenorizadas. Não posso deixar de referir que todas as cut-scenes utilizam o sistema de gráficos in-game.

A sonoplastia em
God of War 3 também corre sem erros. Os passos de Kratos, os cascos dos minotauros e centauros, o metal das armas, a colisão dos corpos e, em especial, as correntes das lâminas, tudo tem o seu som e a sua representação está espectacular. A banda sonora é, como era nos títulos anteriores, épica e belissimamente encaixada, tanto no tema como na acção.

Em relação à prestação portuguesa, esta não está mal e Kratos conta com a voz de Ricardo Carriço para lhe dar vida. Por gosto pessoal, prefiro experienciar qualquer obra na sua língua original mas o esforço da Sony em localizar o seu produto para abranger um público mais vasto e oferecer mais escolhas aos jogadores não pode passar despercebido e sem mérito.

Com apresentação feita, grafismo e componente sonora endereçados, é a vez de esmiuçarmos a jogabilidade de
God of War 3. Por muitos pormenores visuais e detalhes sonantes que tenha, um jogo é tão bom quanto a sua jogabilidade e o maior erro que God of War 3 podia correr era ser igual às suas duas iterações anteriores.

Não o é. God of War 3 mantém os elementos de acção e aventura que marcaram presença nos anteriores e constrói sobre os mesmos, especialmente sobre o sistema de combate, algo de essencial num título do género. Esta evolução vem com algumas modificações, primariamente ao mapeamento dos controlos e depois ao nível da própria jogabilidade.

A primeira diferença a notar é incapacidade de escolher o tipo de magia através das setas de direcções. Estes botões servem agora outro propósito, sendo que a cada direcção é atribuída uma arma e a cada arma está atribuída um tipo de magia. Posto isto, no final do jogo Kratos terá cinco armas à sua disposição, entre as quais as novas Lâminas do Exílio (iguais às do Caos de God of War e às de Atena de God of War 2), as Manoplas do Leão disponíveis na demo, a Lâmina do Olimpo e outras duas que não nomearei nem revelarei o modo pelo qual Kratos toma posse das mesmas.


O que God of War 3 faz de diferente dos anteriores é tornar cada arma relevante. Em God of War e God of War 2 eu limitava-me a evoluir as Lâminas e uma ou duas magias que valessem a pena e chegava-me. Para além de cada arma ter uma magia e combos distintos, em God of War 3 diferentes tipos de inimigos reagirão de diferentes formas a cada arma. Os próprios movimentos de Kratos diferem consoante as lâminas que o espartano empunhar. A Lâmina do Olimpo desta vez corresponde à lenda e é verdadeiramente poderosa. A contrapartida é que só a podemos usar quando o medidor, anteriormente preenchido pela raiva dos titãs, estiver cheio.


Novos movimentos tornam o portfolio de Kratos mais robusto com especial atenção para a combinação L1+O em que o Fantasma de Esparta atira uma das armas que se prende a um inimigo e se atira contra o mesmo ou, no caso das Manoplas do Leão, puxa o inimigo contra si e o projecta pelo ar com um murro directo. Este movimento com as Lâminas do Exílio serve também para atravessar precipícios agarrado às pernas de harpias ou regressar rapidamente ao combate quando somos atirados para o ar pela investida de um minotauro.

Graças aos gráficos e ao sistema de física melhorado, as batalhas de God of War 3 são muito mais físicas, muito mais palpáveis. É, em grande parte, aqui que reside o brilho do título. Mesmo para alguém como eu que descuida o incentivo de jogar hack ‘n’ slash, o combate de God of War 3 é um prazer pelo contacto sensível e pela multiplicidade de movimentos à nossa disposição. Digo multiplicidade e não variedade exactamente pelas combinações mais que muitas que Kratos dispõe desde combos, acções especiais e magia.

Muitas foram as vezes que utilizei um inimigo mais fraco para causar dano a ciclopes ou outros de grande porte, atirando-o pelo ar contra um dos mais perigosos. Houve também vezes em que me agarrei a um destes guerreiros mais frágeis e me lancei pelo meio da multidão abrindo caminho com o corpo do meu inimigo para acabar por atirá-lo ao chão ou esmagar a sua cabeça contra uma parede.

É esta liberdade que torna God of War 3 mais do que um button masher e contribui para o seu sucesso enquanto obra interactiva. Nunca, ao longo das 14 horas que demorei a passar o jogo (tendo em conta que explorei todos os cantos e recantos), me cansei do combate ou achei repetitivo. Visto que Kratos está contra o Monte Olimpo e Zeus convocou todos quanto lá vivem para a batalha, podem contar com oponentes bastante fortes mas nunca desinteressantes ou monótonos. Cada figura que aparece é um momento de agrado para quem conhece minimamente o panteão de figuras gregas e cada uma tem o seu modus operandi e forma diferente de se lidar.
O nível de frustração foi também revisto e moldado. Já não há lutas contra o tempo em que se demorarmos demasiado tempo a derrotar uma horda de inimigos o chão desaparece e caímos para a nossa morte ou temos o tecto a cair-nos na cabeça. Há ainda partes em que somos confrontados com armadilhas como picos no chão ou paredes mas nunca nos sentimos injustiçados. Uma outra sequência nova de jogo é a que Kratos Kratos passará umas quatro ou cinco vezes pelo túnel, mas o túnel muda conforme os danos causados ao Monte Olimpo, fazendo com que cada viagem seja sempre diferente.

God of War 3 aponta o término da mitologia grega pela mão de Kratos. As expectativas estão altas mas na minha humilde opinião acho que a equipa dos Santa Monica Studio superaram  tudo o que se pré-concebeu do que seria este título. Não senti qualquer queda no frame rate embora algumas cut-scenes (ainda com os gráficos in-game) tivessem uma suavidade mais acentuada que outras mas nunca com screen tearing ou paragens de imagem.

Confesso que encontrei algumas falhas, por exemplo o jogo tentar carregar uma área nova mas ficar preso num ciclo interminável ou a dada altura um boss ficar caído e não aparecer a ordem de comando para iniciar os quick time events. A área carregar foi uma indicação de que havia algo de errado uma vez que nunca mais encontrei uma situação em que o mesmo acontecia.

 

Não tenho a certeza se estes tropeções têm origem na versão a que tivemos acesso para a análise ou se também estarão nas cópias Tudo se solucionou com o sair do jogo e voltar a entrar algo que não me causou transtorno algum tal é o prazer de jogar God of War 3.

Depois de acabar o jogo há outros incentivos para continuar a jogar como arenas e fatos novos para Kratos. No entanto God of War 3, na minha opinião ao contrário dos anteriores, não precisa de qualquer modo alternativo para nos fazer voltar jogar o jogo.


God of War 3
é simplesmente genial como jogo isolado e especialmente, como foi concebido, como sequela e capítulo final da aventura de Kratos que se revela por inteiro nesta última batalha contra o Monte Olimpo e os seus habitantes. Quem não jogou os dois primeiros não conseguirá atingir a plenitude deste título mas não deixará de se maravilhar com o fruto do trabalho e criatividade dos rapazes dos estúdios de Santa Monica.

Este é, talvez mais que
Uncharted 2 ou Heavy Rain, um título imperativo para quem tem uma PS3 e uma razão para quem não tem, arranjar uma consola da Sony. Isto porque numa palavra, como El_Grande_Pato pôs na última Mesa Redonda, God of War 3 é simplesmente Épico!


Need For Speed Hot Pursuit 2010 PS3


Foi em 1998 que Need for Speed 3: Hot Pursuit se estreou e nos colocava ao volante de carros que apenas sonhávamos conduzir, juntamente com as aliciantes perseguições policiais e toda aquela sensação adrenalina que o jogo proporcionava. Pouco tempo de depois, é lançada uma sequela que vem actualizar o jogo para os tempos "modernos" sem quebrar a corrente do jogo.

Porém, é em pleno ano de 2010 que é lançado um “novo” jogo da série, o
 Need For Speed: Hot Pursuit, que conta com a Criterion Games, a criadora do Burnout, no seu desenvolvimento e com aveterana DICE a tratar do online daquele que parece ser o novo rumo da série Hot Pursuit.
 
Sem dúvida que este Need For Speed: Hot Pursuit era um dos jogos que mais esperava para este final de ano, não só por ter uma das produtoras que criou um dos jogos mais espectaculares de sempre, o Burnout, mas também por me parecer ser um jogo que tem tudo para singrar nos dias que correm.

É de facto fantástico observar o que Need For Speed: Hot Pursuit vem introduzir de novo nos videojogos, a começar pela nova ferramenta online integrada, chamada Autolog, que vem trazer uma nova maneira de interagir e, principalmente, competir com os nossos amigos.

É precisamente a partir do momento que inserimos o Blu-Ray na
PS3 que percebemos que o Autologfacebook dos jogos – como eu gosto de chamar - de é o coração, o  Need For Speed: Hot Pursuit. É através dele que iremos partilhar fotos, comentá-las, esfregar o nosso sucesso aos demais e, fundamentalmente, aliciar o nosso ego competitivo, algo que explicarei mais à frente.

O modo principal é o “career mode” e é nele que vamos enveredar por dois caminhos opostos mas de igual semelhança no que toca à diversão. Ao contrário do que pensava,
  Need For Speed: Hot Pursuit não obriga os jogadores a escolher o caminho do corredor ilegal ou o de polícia, ao invés disso, o jogo proporciona as duas vertentes das corridas ao jogador, através de um sistema de níveis que nos irá fazer ganhar novos carros, equipamentos, novos eventos e dificuldade acrescida.

Need For Speed: Hot Pursuit leva-nos a conhecer Seacrest County, uma localização fictícia, dividida em quatro áreas distintas que nos oferecem paisagens variadas e sítios perfeitos para as nossas corridas ilegais ou perseguições policiais a alta velocidade, e com vários obstáculos que nos irão dar algumas dores de cabeça.

É através de um mapa de Seacrest County que são exibidos todos os eventos disponíveis para participar, sejam eles corridas ilegais ou perseguições. Existe alguma variedade de modos de jogo, sendo alguns específicos para corredores ilegais e polícias, embora existam alguns que são iguais nos dois mudando apenas o lado em que o jogador se encontra.

Foram várias as horas que perdi a jogar
 Need For Speed: Hot Pursuit  e o curioso é que, apesar de algumas vezes me ter feito chegar atrasado ao emprego, não me consigo cansar do jogo nem dos modos Hot Pursuit e Interceptor. O primeiro consiste em corridas ilegais ou perseguições alucinantes capazes de elevar os nossos níveis de adrenalina. Já o Interceptor apenas existe no lado da polícia e consiste em abalroar um carro bastante veloz, o mais depressa possível.

Embora, apenas tenha destacado estes modos, existem outros que vão desde corridas perfeitamente normais, a duelos com outros corredores e até contra-relógios, assim como o modo online que estende a diversão de alguns dos modos até um máximo de oito jogadores em simultâneo. É neste campo que encontrei a única falha de Need For Speed: Hot Pursuit, pois certo dia quis jogar contra um amigo e deparei-me com o “pequeno” pormenor de não existir modo multijogador local. Contudo, se possuirmos uma ligação à net, Need For Speed: Hot Pursuit mostrará todo o seu esplendor através do já mencionado Autolog.
Em termos de competição, o Autolog vem revolucionar a maneira como jogamos Need For Speed: Hot Pursuit. Esta ferramenta social está em constante comunicação com o mundo e, principalmente, com os nosso amigos, e sempre que um amigo nosso tiver uma melhor prestação num determinado evento, o Autolog avisa-nos em tempo real dessa situação, bastando-nos apenas pressionar “R2” para ir para o evento e tentar bater o nosso amigo. É algo bastante divertido e se pensarmos que podemos deixar mensagens do género “Come o meu pó, n00b” sempre que alcançamos um melhor resultado, é algo que irá prolongar a experiência de jogo.

Need For Speed: Hot Pursuit é exímio a dar-nos diversão, acção e a viciar quem lhe põe as mãos. As corridas nunca acontecem da mesma maneira, obrigando os jogadores a ajustarem-se às diferentes situações que ocorrem durante as partidas, sejam elas despistes dos adversários, transito ou pela policia que nos quer caçar. Este facto deve-se também às ferramentas que tanto os policias como os corredores possuem para se defender ou atacar, dando às corridas uma imprevisibilidade.

Ao todo existem 20 níveis e à medida que os vamos escalando, iremos receber novos veículos assim como novos equipamentos para combater o crime ou para nos ajudar a esquivar das investidas vindas da parte da lei.

Como acontece com alguns modos de jogo, alguns equipamentos são partilhados e outros são distintos para cada um dos lados. Enquanto os policias têm EMP, corrente de espigões, road block e helicóptero, os corredores ilegais têm EMP, corrente de espigões, turbo e o jammer. Estes equipamentos também vão evoluindo, aumentando drasticamente a sua eficácia.










Need For Speed: Hot Pursuit é também ele um jogo que salta à vista quando comparado com a sua concorrência, principalmente, pela sua jogabilidade simples e intuitiva. É através dela que é possível sentir os pais do Burnout a correrem-lhe nas veias, isto porque quem jogou qualquer Burnout, vê que é bastante semelhante. Utilizando uma jogabilidade arcade, apenas precisarão de três botões, sendo um para acelerar, travar e nitro e de um analógico para conduzir, enquanto os equipamentos são usads através do d-pad do dualshock 3. Contudo, e apesar de Need For Speed: Hot Pursuit ser um jogo arcade assumido, podemos encontrar vários aspectos de simulação presentes, como o famoso “cone de ar” ou o facto dos carros mais velozes se tornarem mais lentos em atalhos de terra batida por serem mais baixos.

Quando tudo isto é assimilado vocês irão aperceber-se que
 Need For Speed: Hot Pursuit tem elementos estratégicos, “obrigando-vos” a fazer escolhas que determinarão a vossa prestação, embora possam fazer como eu e escolher o carro que mais gostam e “é sempre a partir tijolo”.

A Criterion Games deixou os elementos Burnout bem à vista em Need For Speed: Hot Pursuit e como tal, todos os carros possuem um sistema de nitro que é ganho consoante as vossas acções. Andar na via contrária, fazer razias aos carros dos civis, ou utilizar o cone de ar, enchem a nossa barra de nitro que pode ser utilizada a qualquer altura, bastando pressionar “X”.

É sabido que, inicialmente, a franchise Need for Speed sempre contou com todo um role de carros exóticos, sendo eles considerados altos “maquinões”, que muitos de nós apenas os poderão conduzir em videojogos.
 Need For Speed: Hot Pursuit traz um pouco dessas origens e nele temos acesso a bombas como o Ford Shelby GT500, BMW M3 E92, Audi TT RS, Aston Martin V12 Vintage, Chevrolet Camaro SS, Lamborghini Gallardo LP 570-4 Superleggera, Porsche 911 GT3 RS entre outros que perfazem um total superior a 100 carros e todos com a habilidade de se destruírem, embora de forma limitada.

O que nos leva à questão da apresentação de 
Need For Speed: Hot Pursuit. Apesar de não estarem tão detalhados como os “premium cars” de Gran Turismo 5, as “bombas” de Need For Speed: Hot Pursuit estão muito bem detalhadas e todos eles apresentam jogabilidades assim como os ronronares dos motores distintos. Porém, é nas corridas propriamente ditas que a apresentação de Need For Speed: Hot Pursuit nos consegue surpreender.

Uma das coisas que mais adorei em Need For Speed: Hot Pursuit, foi a fluidez com que as corridas se desenvolvem e a acção existente em cada uma delas. O ponto alto chega, quando isto tudo é aliado a uma apresentação cheia de detalhes e pormenores que nos farão ficar agarrado ao jogo por vários dias e meses a fio.

Os efeitos de chuva estão divinais, é possível observar o chuveiro que os carros a alta velocidade fazem e ver todos os reflexos da água que se encontra na estrada e até no próprio carro. Mas se o cenário for nocturno, terão o prazer de ver as luzes do carro a reflectirem os traços contínuos, enquanto fazemos drifts de encher o olho, ao vermos a borracha do pneu a queimar.

Outra face do espectáculo visual proporcionado por 
Need For Speed: Hot Pursuit, é mesmo os despistes e as colisões. O contacto com outros veículos faz com que estes percam a tinta, por exemplo, e as colisões mostram-nos físicas bastante realistas quando ocorrem capotanços, onde é possível ver estilhaços e o nosso carro a partir-se, embora, como já tinha dito, a destruição dos carros é limitada mas suficiente para ser convincente.

Mas 
Need For Speed: Hot Pursuit não prima só pelo espectáculo visual e arrisco-me a dizer que possui uma das melhores bandas sonoras dos jogos do género. Podem contar com os mais váriados artistas de renome internacional como: Bad Religion, Benny Benassi, DeadMau5, M.I.A, Travie McCoy, White Lies, entre outros. No entanto, espero que fique claro que não estou a dizer que são as melhores músicas do mundo, apenas digo isto porque são músicas escolhidas a dedo que nos metem no espírito de Need For Speed: Hot Pursuit.

Como já devem ter percebido, a Criterion deu um especial cuidado ao departamento sonoro e no que toca às perseguições policiais, Need For Speed: Hot Pursuit altera o estilo musical, adicionado-lhe uma carga dramática que, no meu caso, foi bem-vinda e aplaudida. Os motores dos nossos bólides são também eles distintos, oferecendo aquele realismo que outros jogos de corridas arcada falham em ter.

Para finalizar esta análise, resta-me dizer que
 Need For Speed: Hot Pursuit não é um jogo muito bom numa coisa e mau noutra, pelo contrário, Need For Speed: Hot Pursuit é muito bom no seu todo e isso, será certamente comprovado por todos aqueles que já tiveram a oportunidade de o experimentar.
É um jogo que surpreendeu-me pela positiva e que acabou por se mostrar melhor do que esperava, ao oferecer-me acção e diversão. Aconselho a todos os que tiverem oportunidade a experimentar e recomendo-o, vivamente, a todos os amantes de jogos como o Burnout e a todos aqueles que se aborrecem com corridas em circuitos fechados, onde são obrigados a “jogar bonito”.





quinta-feira, 14 de abril de 2011

Quinta Feira dia 14 de abril de 2011

Vou falar muito poucas coisas hoje só oque aconteceu  e oque eu fiz.

Hoje não fiz nada de interessante postei no blog só sobre os brinquedos que eu e alguns de vcs sentem saudades tenho certeza e só.

Falei com minha namorada hoje e ela me falo que apareceu uma amiga minha e falo que tava namorando com migo O.O graças a deus já concertei isso se não eu não tinha mais cabeça kkkkk ! O.O

Agóra estou falando com minha namorada e minha melhor amiga chamada jessica minha namorada acabou de falar que a jessica é muito legal fiquei feliz pq elas se conheceram e pelo menos gostaram uma das outras graças a deus q se deram bem kkkk

A jessica não acreditou que eu estava namorando kkkk até a hóra de ela me botar na mesma conversa da minha namorada ai ela falo NOSSA CARA QUE LEGAL tava tri feliz e não parou mais de fazer perguntas e falar sobre min para minha namorada kkkkkk

Faze oq eu e ela não temos segredos considero ela minha maninha kkkk xD 

Se querem saber sobre o Marley ele está bem melhor não fez nada hoje não imcomodo nem nada hoje e ta mais feliz agóra que dei um bife pra ele, ele se esqueceu da cachorra do desenho de ontem graças a deus porque ontem ele tava tri triste por causa que a cachorra do desenho não vinha nele kkkkk tava muito engraçado ontem kkkkk

É gente é só isso nem tomei banho hoje só de tarde vou tomar amanhã de manhã para ir pro colégio haaaaa só para falar não sou porco xD só não tomei banho hoje porque tomei de tarde e não deu vontade tambem de toma porque o meus amigos e eu fizemos campeonatinho de futebol valendo 1° lugar : R$100,00 reais, 2° lugar : R$80,00 reais e 3° lugar : só um abraço e já era sem beijo porque é tudo homen e porque ninguem daria beijo um no outro tambem.
Eu ganhei R$80,00 reais fiquei em 2° lugar meu melhor amigo fabricio me venceu nos penaltes é que deu 1 a 1 o jogo ai fomos paras os penaltes e ele me ganho nos penaltes de 5 a 4  xD kkkk mas vai ter outro e no próximo venço :D

Intão galera é só isso flw, boa noite e um abraço para todos fui.

Relembre os brinquedos da sua infancia e morra de Saudade


[Power-Rangers] Completar a coleção dos Power-Ranges que girava a cabeça foi um sonho que eu nunca realizei. Cada um custava 1,99 (caro pra caramba na época)


[Cavaleiro do Zoodiáco] Os bonecos do Cavaleiro do Zoodiaco com armaduras de ferro não era pra qualquer um. As crianças valorizavam tanto, que tinha alguns que nem tirava da caixa pra não estragar. Pois é... Raridade rara! Alguem ai completou a coleção?


[Super Nintendo] Simplesmente a melhor invenção técnológica de todos os tempos. Melhor que o Rádio, Melhor que Televisão, melhor que Dvd, Melhor que Internet, Melhor que Avião, Melhor que os robôs do Japão, Melhor que dinheiro... chega!


[Mega-Drive] Também nos gerou eternas lembranças. Sonic for ever!!


[Tazo] Simplesmente o melhor jogo de azar infântil de todos os tempos. Era tão bom "rapelar" um amigo. Ou quando agente perdia, ia embora chorando pedir dinheiro para comprar mai salgadinho rsrs.


[Lego] Brinquedo sensacional que estimulava a criatividade das crianças.




[Geloucos] Feito para congelar e colocar na coca. Mas quem fazia isso?


[Carrinhos Pequenos] Os carrinhos em miniatura para coleção eram os melhores de todos. Tinha o Fusquinha, o Jeepinho, A ambulâncinha.


[Beyblade] (A pedido dos comentaristas) A moda de Beyblade não durou muito tempo. Mas foi muito bom enquanto durou. Tinha gente que tinha aquelas que soltava faísca. Dava uma tristeza quando os dentes do negocio la arranhava e nao dava mais pra lançar! haha


[Bichinho Virtual] Lembram do bichinho virtual que cagava de noite. Putss era muito loko! Você tinha que acordar, limpar o bichinho e ainda jogar Jokempô pra ele ficar feliz. Quem precisa de FarmVille quando se tem um bichinho virtual! (Obs: Matar ele pra nascer um outro diferente era crueldade)

[Gulliver] Cada lugar tinha uma regra diferente mas era bem melhor que futebol de Botão!


[Soldadinhos de Plástico] Eram os inimigos, e os índiozinhos de plástico eram os amigos!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Quarta Feira dia 13 de abril de 2011

Hoje choguei Need For Speed Carbon, Most Wanted e só comprei PES 2011 não funcionou vou trocar amanhã aff........ é incrivel porque os caras vendem jogos para não funcionar depois que o cliente vai la e compra depois o cara tem que ir lá destroca caminha até aonde o cara compro só pra destrocar um jogo que a merda da loja vendeu estragado incrivel O.O VÃO SE FUDE brinks hehehehehehehehehe.....

Falei com minha namorada hoje estava com muitas saudades dela matei um pouco da saudade quando falei com ela fiquei feliz mais foi hoje um papo bem pequeno nem tão grande ai uma amiga minha add ela no msn mas pelo jeito minha namorada não gostou muito da minha amiga acho que ela odiou minha amiga O.O kkkkk faze oq graças a deus eu não tenho nada a ve com isso !! Ou tenho ?O.O AAHHAAAHAHAAHAHAAHH FUDEU EU TENHO atri brinks.

Hoje eu e  marley estavamos vendo os simpsons foi muito engraçado hoje deu um episódio no simpsons da fox que apareceu uma cachorra, cadela sei lá tanto faz que o marley ficou apaixonado pelo desenho foi muito engraçado ele não desgrudava do desenho eu chamava ele mas não adiantava cheguei a bate nele de mentirinha nem dei forte nada só pra ve se ele se ligava que tava chamando ele mas nada mas o incrivel é que ele quando viu que acabou o desenho ficou desanimado e se deitou na minha cama foi muito legal e triste tbm kkkk de certo ele pensou que a cachorra do episódio dos Simpsons iria atravessar a TV só para ficar com ele jura né mas vida de cachorro é vida de cachorro.....Faze Oq

Estou pensando em criar postagens sobre avós de páscos e seus defeitos por exemplo o ovo da baton que envez de vim alguma coisa dentro no mercado que fui ve ele dentro mas não vi nada é fóda graças a deus porque tava pensando em pedir para minha mãe comprar um desses para min xD o bom é que eu vi o ovo primeiro se não eu estava totalmente ferrado porque eu iria pagar quase R$30,00 reais em um ovo que não vem nada O.O

Tirando oque o marley fez hoje conseguiu rasgar meu All Star quero dizer o cadarço do All Star se fosse o All Star ele estaria morto agóra to brincando ta loco nunca vou espulsalo da minha casa ou bater nele de verdade que ele sinta dor mesmo ou o pior chegar a matar o cachorro que tenho faz 6 anos.

Hoje fui no dentista infelismente quando ela pegou um troso lá que não me lembro o nome que deu para ver quando ela pegou que éra bem afiado ja entrou na minha cabeça TO FUDIDO FERRO deu vontade de enfia aquele troço afiado no meu da bunda dela pra ve se consegue limpa ou tira alguma coisa da quele buraco negro fazer nada ficar na minha e deixar rolar xD

E hoje é só isso até amanhã Abraço....

terça-feira, 12 de abril de 2011

Terça Feira dia 12 de abril de 2011

Hoje minha postagem vai ser pequenininha vou contar oque aconteceu hoje oque falaram pra min pelo menos um bom convite recebi :) tava na hóra não conseguia ir nem na esquina do meu prédio graças a deus uma alma bondosa me fez um convite.

Hoje no colégio sai cedo sai no 4° periodo eu e meus colegas estavamos resando para não ter matematica e nós pensamos que não iria ter e ficamos muito felizes mais quando a sora falo bem assim.

Professora de Matemática falando : Não, não vocês iram sair só depois do 4° periodo e vão ter um periodo de matematica ainda.

Bahh vc tinha que ve eu fiquei muito PUTO DA CARA QUE MERDA PORRA PORQUE ELA FAZ ISSO COM A GENTE EIN PORQUE VC FAZ ISSO COM A GENTE AHAHHHHHHHHHHH OQUE N[OS FIZEMOS PARA SOFRER ISSO AHHAAHHHHHHHHHH tranquilo cabeça fria vc nem imagina. O.O

Hoje adorei a Ed. Fisica (milagre por isso que vai te feriadão O.O) quando a sora chego na sala e falo haaaaa hoje vai se aula livre puts eu quase gritei bem assim. 

Jonathan tecnicamente gritando na sala : Puta q pariu não acredito porra, cacete merda uhulllll to feliz pra caralho.

Mas me segurei porque se eu falasse isso não teria mais aula livre e todo mundo ia chegar em min depois e começa.

Vários colegas falando : Valeu Jonathan ve se estraga outro aula livre de novo.

Ai preferi fica na minha em vez de ser chingado por vários colegas xD 

Agóra pouco tomei banho, bati uma ops risca essa frase Brinks :D hihihihihi continuando nossa foi muito bom essa opa risca essa tbm brinks. Agóra continuando mesmo tomei banho, jantei e agóra vou dormir pra ir para a aula amanhã de manhã porque vai ser uma merda de uma aula aula tranquila e legal xD 

Vo indo flw abraço pra todos xD